http://www.english-at-home.com/
http://www.influx.com.br
tudo em cima
domingo, 3 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Para ser Professor
Para ser professor, não basta ingressar num Curso de Formação e receber um diploma...
Para ser professor, não basta adquirir conhecimentos, observar, participar e dar aulas práticas...
Para ser professor, é preciso muito mais que isso...
...É preciso trazer dentro de si o ideal de educador...
...É preciso ter consciência da responsabilidade que lhe cabe em orientar as crianças...
...E preciso compreender a si mesmo para poder compreender as crianças...
...É preciso atualizar-se sempre, e sempre...
...É preciso parar e refletir se de fato escolheu a profissão que desejava...
...É preciso esforçar-se por tornar a escola em algo de valor e de grande significado para o aluno...
...É preciso estar sempre fazendo uma autocrítica, uma auto-avaliação do seu despenho com educador...
...É preciso ser capaz de dar algo de si em troca da grande satisfação de contribuir para o progresso de outrem...
...É preciso crer naquilo que faz...
...É preciso saber enfrentar com coragem e otimismo os reveses que sua profissão poderá lhe trazer...
...É preciso ser como a rosa, que apesar dos espinhos no caule que lhe sustenta, não deixa de espalhar perfumes e transmitir alegrias ao seu redor...
Evanir Miranda
Para ser professor, não basta adquirir conhecimentos, observar, participar e dar aulas práticas...
Para ser professor, é preciso muito mais que isso...
...É preciso trazer dentro de si o ideal de educador...
...É preciso ter consciência da responsabilidade que lhe cabe em orientar as crianças...
...E preciso compreender a si mesmo para poder compreender as crianças...
...É preciso atualizar-se sempre, e sempre...
...É preciso parar e refletir se de fato escolheu a profissão que desejava...
...É preciso esforçar-se por tornar a escola em algo de valor e de grande significado para o aluno...
...É preciso estar sempre fazendo uma autocrítica, uma auto-avaliação do seu despenho com educador...
...É preciso ser capaz de dar algo de si em troca da grande satisfação de contribuir para o progresso de outrem...
...É preciso crer naquilo que faz...
...É preciso saber enfrentar com coragem e otimismo os reveses que sua profissão poderá lhe trazer...
...É preciso ser como a rosa, que apesar dos espinhos no caule que lhe sustenta, não deixa de espalhar perfumes e transmitir alegrias ao seu redor...
Evanir Miranda
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
INTRODUÇÃO
No livro abordado o Autor resgata de forma atualizada, leve, criativa, provocativa, corajosa e esperançosa, questões que no dia a dia do professor continuam a estimular o conflito e o debate entre os educadores e educadoras.
Uma pedagogia fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando, e que nos mostra também, que a competência técnico científica e o rigor de que o professor não deve abrir mão no desenvolvimento do seu trabalho, não são incompatíveis com a amorosidade necessária às relações educativas. Postura essa que ajuda a construir o ambiente favorável à produção do conhecimento onde o medo do professor e o mito que se cria em torno dele vão sendo desvelados.
Paulo Freire também adverte-nos para a necessidade de assumirmos uma postura vigilante contra todas as práticas de desumanização. Para tal o saber-fazer da auto reflexão crítica e o saber-ser da sabedoria exercitados, permanentemente , podem nos ajudar a fazer a necessária leitura crítica das verdadeiras causas da degradação humana e da razão de ser do discurso fatalista da globalização.
Por fim, impossível não ressaltar a beleza produzida e traduzida em “Pedagogia da Autonomia”. A sensibilidade com que o Autor problematiza e toca o educador aponta para a dimensão estética de sua prática que, por isso mesmo pode ser movida pelo desejo e vivida com alegria, sem abrir mão do sonho, do rigor, seriedade e da simplicidade inerente ao saber-da-competência.
RESUMO
No livro de Paulo Freire PEDAGOGIA DA AUTONOMIA – Saberes necessários à prática educativa, o autor nos fala que não há docência sem discência, pois o ensinar inexiste sem o aprender e vice-versa.
Ensinar exige rigorosidade metódica no sentido de ensinar os conteúdos, mas também ensinar a pensar certo, fazendo com que o aprender criticamente seja possível.
Ensinar exige pesquisa porque não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa.
Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos, indagando-se por exemplo sobre seus problemas sociais e discutindo-os, e não dizendo que a escola não tem nada com isso, que ela não é partido político.
Ensinar exige criticidade. Por isso o educador na escola progressista deve despertar a curiosidade crítica, insatisfeita, indócil, para que haja criatividade, porque não haveria criatividade se não houvesse curiosidade.
Ensinar exige estética e ética. O ensino dos conteúdos não se pode dar alheio à formação moral do educando. Educar é substantivamente formar.
Ensinar exige a corporeificação das palavras pelo exemplo. As palavras a que falta a corporeidade do exemplo pouco ou nada valem.
Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação, faz parte do pensar certo, do ético.
Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática, assim havendo formação permanente do educador.
Ensinar exige o reconhecimento e a assunção da identidade cultural, porque na compreensão dos sentimentos, das emoções, do desejo, da insegurança, do medo, um simples gesto do professor pode significar muito na vida e formação de um aluno.
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
Ensinar exige consciência do inacabamento porque onde há vida, há inacabamento e nunca temos o total conhecimento das coisas, mas sim, estamos sempre aprendendo.
Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado “programados, mas, para aprender”, exercitaremos tanto mais e melhor a nossa capacidade de
aprender e de ensinar, mas, conscientes do inacabamento, saberemos que podemos ir mais alem dele.
Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando porque o respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever, por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar.
Ensinar exige bom senso. A vigilância do bom senso tem uma importância enorme na avaliação que, a todo instante, o professor faz em sua prática.
Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores. Deve-se recusar tornar a atividade docente em puro “bico” e priorizar o empenho de formação permanente dos quadros do magistério como tarefa puramente política e repensar a eficácia da greve.
Ensinar exige apreensão da realidade, porque o professor precisa se mover com clareza na sua prática.
Ensinar exige alegria e esperança. Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. Deve-se resistir aos obstáculos à nossa alegria e a esperança é uma espécie de ímpeto natural possível e necessário.
Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível e é preciso mudar. Preservar situações concretas de miséria é uma imoralidade.
Ensinar exige curiosidade. O fundamental é que o professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala ou enquanto ouve.
Ensinar é uma especificidade humana. Exige segurança, competência profissional e generosidade. A segurança que a autoridade docente se move implica uma outra, a que se funda na sua competência profissional. A generosidade também é indispensável nas relações com as liberdades. Não há nada que mais inferiorize a tarefa formadora da autoridade do que a mesquinhez com que se comporte.
Ensinar exige comprometimento. O professor deve procurar a aproximação cada vez maior entre o que diz e o que faz, entre o que ele parece ser e o que realmente está sendo. Deve revelar aos alunos sua capacidade de analisar, de comparar, de avaliar, de decidir, de optar, de romper. A capacidade de fazer justiça e não falhar a verdade. Ser Ético.
Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo, que além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e/ou aprendidos implica tanto o esforço de “reprodução” da ideologia dominante quanto o seu “desmascaramento”. Dialética e contraditória, não poderia ser a educação só uma ou só a outra dessas coisas.
Ensinar exige liberdade e autoridade. Mas liberdade sem limite é tão prejudicial quanto a liberdade asfixiada ou castrada. A posição mais difícil, indiscutivelmente correta, é a do democrata, coerente com seu sonho solidário e igualitário, para quem não é possível autoridade sem liberdade e esta sem aquela.
Ensinar exige tomada consciente de decisões. Inacabado e consciente do seu inacabamento, histórico, necessariamente o ser humano se faz um ser ético, um ser de opção, de decisão. Também o educador deve Ter consciência de que não deve ser neutro porque a neutralidade nada mais é do que a maneira cômoda, talvez, mas hipócrita, de esconder a opção ou o medo de acusar a injustiça.
Ensinar exige saber escutar. O desrespeito à leitura de mundo do educando revela o gosto elitista, portanto antidemocrático, do educador que, desta forma, não escutando o educando com ele não fala. Nele deposita seus comunicados.
Ensinar exige reconhecer que a educação é ideologia. No fundo, a ideologia tem um poder de persuasão indiscutível, mas não podemos deixar de reagir de forma crítica aos discursos ideológicos que nos ameaçam “anestesiar” a mente, que confundem nossa curiosidade, distorcem a percepção dos fatos, das coisas, dos acontecimentos.
Ensinar exige disponibilidade para o diálogo. É na disponibilidade à realidade que o professor constrói a sua segurança, indispensável à própria disponibilidade. É impossível viver a disponibilidade à realidade sem segurança mas é impossível também criar a segurança fora do “risco da disponibilidade”.
Ensinar exige querer bem aos educandos. A abertura ao querer bem, significa a disponibilidade à alegria de viver. É essa força misteriosa, às vezes chamada vocação, que explica a quase devoção com que a grande maioria do magistério nele permanece, apesar da imoralidade dos salários. Não apenas permanece, mas cumpre, como pode, seu dever. Amorosamente.
E finalmente, é a percepção do homem e da mulher como seres “programados, mas para aprender” e, portanto, para ensinar, para conhecer, para intervir, que faz o autor entender a prática educativa como um exercício constante em favor da produção e do desenvolvimento da autonomia de educadores e educandos.
OPINIÃO CRÍTICA DA OBRA
INTRODUÇÃO
No livro abordado o Autor resgata de forma atualizada, leve, criativa, provocativa, corajosa e esperançosa, questões que no dia a dia do professor continuam a estimular o conflito e o debate entre os educadores e educadoras.
Uma pedagogia fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando, e que nos mostra também, que a competência técnico científica e o rigor de que o professor não deve abrir mão no desenvolvimento do seu trabalho, não são incompatíveis com a amorosidade necessária às relações educativas. Postura essa que ajuda a construir o ambiente favorável à produção do conhecimento onde o medo do professor e o mito que se cria em torno dele vão sendo desvelados.
Paulo Freire também adverte-nos para a necessidade de assumirmos uma postura vigilante contra todas as práticas de desumanização. Para tal o saber-fazer da auto reflexão crítica e o saber-ser da sabedoria exercitados, permanentemente , podem nos ajudar a fazer a necessária leitura crítica das verdadeiras causas da degradação humana e da razão de ser do discurso fatalista da globalização.
Por fim, impossível não ressaltar a beleza produzida e traduzida em “Pedagogia da Autonomia”. A sensibilidade com que o Autor problematiza e toca o educador aponta para a dimensão estética de sua prática que, por isso mesmo pode ser movida pelo desejo e vivida com alegria, sem abrir mão do sonho, do rigor, seriedade e da simplicidade inerente ao saber-da-competência.
RESUMO
No livro de Paulo Freire PEDAGOGIA DA AUTONOMIA – Saberes necessários à prática educativa, o autor nos fala que não há docência sem discência, pois o ensinar inexiste sem o aprender e vice-versa.
Ensinar exige rigorosidade metódica no sentido de ensinar os conteúdos, mas também ensinar a pensar certo, fazendo com que o aprender criticamente seja possível.
Ensinar exige pesquisa porque não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa.
Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos, indagando-se por exemplo sobre seus problemas sociais e discutindo-os, e não dizendo que a escola não tem nada com isso, que ela não é partido político.
Ensinar exige criticidade. Por isso o educador na escola progressista deve despertar a curiosidade crítica, insatisfeita, indócil, para que haja criatividade, porque não haveria criatividade se não houvesse curiosidade.
Ensinar exige estética e ética. O ensino dos conteúdos não se pode dar alheio à formação moral do educando. Educar é substantivamente formar.
Ensinar exige a corporeificação das palavras pelo exemplo. As palavras a que falta a corporeidade do exemplo pouco ou nada valem.
Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação, faz parte do pensar certo, do ético.
Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática, assim havendo formação permanente do educador.
Ensinar exige o reconhecimento e a assunção da identidade cultural, porque na compreensão dos sentimentos, das emoções, do desejo, da insegurança, do medo, um simples gesto do professor pode significar muito na vida e formação de um aluno.
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
Ensinar exige consciência do inacabamento porque onde há vida, há inacabamento e nunca temos o total conhecimento das coisas, mas sim, estamos sempre aprendendo.
Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado “programados, mas, para aprender”, exercitaremos tanto mais e melhor a nossa capacidade de
aprender e de ensinar, mas, conscientes do inacabamento, saberemos que podemos ir mais alem dele.
Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando porque o respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever, por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar.
Ensinar exige bom senso. A vigilância do bom senso tem uma importância enorme na avaliação que, a todo instante, o professor faz em sua prática.
Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores. Deve-se recusar tornar a atividade docente em puro “bico” e priorizar o empenho de formação permanente dos quadros do magistério como tarefa puramente política e repensar a eficácia da greve.
Ensinar exige apreensão da realidade, porque o professor precisa se mover com clareza na sua prática.
Ensinar exige alegria e esperança. Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. Deve-se resistir aos obstáculos à nossa alegria e a esperança é uma espécie de ímpeto natural possível e necessário.
Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível e é preciso mudar. Preservar situações concretas de miséria é uma imoralidade.
Ensinar exige curiosidade. O fundamental é que o professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala ou enquanto ouve.
Ensinar é uma especificidade humana. Exige segurança, competência profissional e generosidade. A segurança que a autoridade docente se move implica uma outra, a que se funda na sua competência profissional. A generosidade também é indispensável nas relações com as liberdades. Não há nada que mais inferiorize a tarefa formadora da autoridade do que a mesquinhez com que se comporte.
Ensinar exige comprometimento. O professor deve procurar a aproximação cada vez maior entre o que diz e o que faz, entre o que ele parece ser e o que realmente está sendo. Deve revelar aos alunos sua capacidade de analisar, de comparar, de avaliar, de decidir, de optar, de romper. A capacidade de fazer justiça e não falhar a verdade. Ser Ético.
Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo, que além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e/ou aprendidos implica tanto o esforço de “reprodução” da ideologia dominante quanto o seu “desmascaramento”. Dialética e contraditória, não poderia ser a educação só uma ou só a outra dessas coisas.
Ensinar exige liberdade e autoridade. Mas liberdade sem limite é tão prejudicial quanto a liberdade asfixiada ou castrada. A posição mais difícil, indiscutivelmente correta, é a do democrata, coerente com seu sonho solidário e igualitário, para quem não é possível autoridade sem liberdade e esta sem aquela.
Ensinar exige tomada consciente de decisões. Inacabado e consciente do seu inacabamento, histórico, necessariamente o ser humano se faz um ser ético, um ser de opção, de decisão. Também o educador deve Ter consciência de que não deve ser neutro porque a neutralidade nada mais é do que a maneira cômoda, talvez, mas hipócrita, de esconder a opção ou o medo de acusar a injustiça.
Ensinar exige saber escutar. O desrespeito à leitura de mundo do educando revela o gosto elitista, portanto antidemocrático, do educador que, desta forma, não escutando o educando com ele não fala. Nele deposita seus comunicados.
Ensinar exige reconhecer que a educação é ideologia. No fundo, a ideologia tem um poder de persuasão indiscutível, mas não podemos deixar de reagir de forma crítica aos discursos ideológicos que nos ameaçam “anestesiar” a mente, que confundem nossa curiosidade, distorcem a percepção dos fatos, das coisas, dos acontecimentos.
Ensinar exige disponibilidade para o diálogo. É na disponibilidade à realidade que o professor constrói a sua segurança, indispensável à própria disponibilidade. É impossível viver a disponibilidade à realidade sem segurança mas é impossível também criar a segurança fora do “risco da disponibilidade”.
Ensinar exige querer bem aos educandos. A abertura ao querer bem, significa a disponibilidade à alegria de viver. É essa força misteriosa, às vezes chamada vocação, que explica a quase devoção com que a grande maioria do magistério nele permanece, apesar da imoralidade dos salários. Não apenas permanece, mas cumpre, como pode, seu dever. Amorosamente.
E finalmente, é a percepção do homem e da mulher como seres “programados, mas para aprender” e, portanto, para ensinar, para conhecer, para intervir, que faz o autor entender a prática educativa como um exercício constante em favor da produção e do desenvolvimento da autonomia de educadores e educandos.
OPINIÃO CRÍTICA DA OBRA
Nos questionamentos relatados nesta obra que trata da prática docente, é notável a experiência do autor. Possui uma linguagem clara e objetiva sobre a necessária pedagogia da autonomia.
Podemos observar que na processo de ensino não é só o educando quem aprende, mas também o educador, porque quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.
CONCLUSÀO
Devido a ideologia fatalística, imobilizante, que insiste em convencer-nos de que nada podemos contra a realidade atual, no qual citam frases como "a realidade é assim mesmo, o que podemos fazer?” ou “o desemprego no mundo é uma fatalidade do fim do século” de que expressam bem o fatalismo desta ideologia e sua indiscutível vontade imobilizadora é que Paulo Freire em sua obra nos mostra que não é bem assim e que podemos e temos o dever de lutar por um mundo melhor. O que é preciso mesmo, é o treino técnico indispensável à adaptação do educando a sua sobrevivência.
Portanto, para que isso aconteça é indispensável os conteúdos em PEDAGOGIA DA AUTONOMIA. Conteúdos estes que indo além dos já solidificados pela prática escolar, o educador progressista, principalmente, não pode colocar de lado para o exercício da prática docente, com o objetivo de que mais do que nunca, possa promover e instaurar a “ética universal do ser humano”.
Encontrado em:
sexta-feira, 10 de abril de 2009
SONHAR SEMPRE!!!

Sonhos grandes, sonhos pequenos, sonhos.
Sonhos nascem a cada dia, a cada hora, a cada minuto.
Sem percebermos um sonho nasce dentro do nosso coração.
Sonhos nos motivam a viver, a continuarmos caminhando.
Vivemos, na verdade, na busca da realização dos nossos sonhos.
Às vezes, pessoas que estão ao nosso redor
tentam matar-los com palavras de pessimismo.
Acham que, se não podem realizar seus sonhos, as outras pessoas
também não merecem realizar os seus.
Puro egoísmo.
Muitas vezes, achamos que não conseguiremos realizá-los,
que eles estão muito distantes de nós.
Ou achamos que não merecemos, porque não somos ninguém.
Se não acreditarmos neles, os perderemos.
Temos que tirar do baú os sonhos, caso contrário, eles envelhecem
e assim não conseguiremos mais realizá-los.
A realização vem pela luta, esforço e persistência.
Caminhar ao lado de pessoas que nos motivem a sonhar
e a persistir nos mesmos é muito importante.
é um passo para a realização deles.
Mesmo que tudo o leve a pensar que parece impossível,
não desista do seu sonho.
Busque forças dentro de você.
Peça ajuda a Deus.
Nenhuma oração volta sem resposta.
Acredite que tudo pode acontecer
quando desejamos do fundo do coração.
Da bíblia temos que,
"Tudo posso naquele que me fortalece".
Tudo e não algumas coisas!
Acredite na beleza dos seus sonhos
e na capacidade de realizá-los.
Você é capaz !
Sonhe sempre.
Nunca deixe de sonhar
e você será sempre um vencedor!
Assinar:
Postagens (Atom)